E aí rapaziada? Como foi o Natal de vocês? Sim, o meu também foi uma bosta.
O tópico “Filmes para evitar” do Clube Cético me deu uma idéia muito boa… Que maneira melhor de escrever algo pro meu blog do que reclamações? Eu odeio uma série de filmes e acho que consigo mostrar minha repulsa em mais de quatro parágrafos cheios de ironia.
Chega de papo. Querem saber os filmes que eu abomino?
Filmes de paixão de Cristo. Aqueles que se passam na época de Jesus Cristo e que contam como o barbudo bateu as cachuletas, cada um de uma maneira diferente. Eles assombram o mês de Dezembro todos os anos, só para tentar fazer as pessoas sentirem culpa por algo que não fizeram, acabando de vez com todas as chances de você passar o Natal feliz.
Existem filmes narrando a vida de Cristo de todos os tipos: antigos, novos, em hebraico, português, inglês, japonês, em desenho animado, live action, drama… E todos eles — sem excessão — são horríveis, chatos, tediosos e conseguem o prodígio de me fazer jorrar vômitos como se eu fosse um hidrante aberto se eu assistí-los por mais de 10 segundos.
Se você, que estiver me lendo agora, trabalha na Record e tem acesso ao acervo de filmes, coloque uma bomba no corpo, entre na sala e exploda tudo. Seu sacrifício não será em vão e seu nome será venerado por todos os não-religiosos do Brasil.
Mas como minhas críticas não se resumem a um xingatório ofensivo, deixe-me fazer uma crítica construtiva.
Há um jeito de fazer um filme da paixão de Cristo pior do que qualquer um já feito antes em toda a história do planeta: encaixando a Xuxa e o Didi nos papéis de Maria Madalena e Jesus Cristo respectivamente. A união de tudo o que há de pior do cinema nacional com este gênero macabro de filmes conseguirá exterminar ⅔ da humanidade sem o empecilho da radioatividade. Não é o máximo?
Preciso largar de ser bobo e começar a patentear minhas idéias…
PS: Eu não comemorei o Natal este ano. Quando muito comemorei o Equinócio de Verão e o Newtal (aniversário de Isaac Newton). Se você é ateu como eu, precisa parar de ser hipócrita e de comemorar o aniversário de alguém que você não acredita que exista, não é?